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Servidores da FHS mantém indicativo de greve para o dia 1º de outubro

19/09 16:38


Após assembleias gerais com os servidores dos oito hospitais regionais e uma maternidade, administrados pela Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), a categoria decidiu com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Sergipe (Sintasa) marcar o indicativo de greve para dia 1º de outubro deste ano. Foram visitados, na semana passada, os hospitais de Itabaiana, Lagarto e Estância, e nesta semana, o ciclo se fechou com as visitas em N. Sra. da Glória, N. Sra. do Socorro, Propriá, Neópolis, Tobias Barreto e a Maternidade de Capela.

O indicativo de greve foi motivado por conta de não existir nenhuma possibilidade de diálogo com o diretor-presidente da FHS, Luis Hamilton Santana, uma vez que há 100 dias o sindicato espera a resposta de diversos protocolos encaminhados à FHS solicitando uma reunião para apresentar as demandas da categoria, e, sobretudo, exigir o cumprimento de acordo estabelecidos como o do Programa de Emprego e Remuneração (PER), o correspondente ao PCCV, só que dos servidores celetistas.

O eixo de greve está baseado, sobretudo, em dois pontos: o cumprimento da verticalização, ou seja, que os servidores trabalhem 12 horas corridas, trabalhando um dia e com folga de dois dias; e o cumprimento da incorporação das gratificações de 50% ao salário base, correspondendo a 25% que era para ser implantado em setembro do ano passado e mais 25% em setembro deste ano, conforme consta no PER.

Visitas

Durante as visitas desta semana, foi detectado alguns problemas recorrentes nos hospitais regionais, como a falta de segurança aos servidores, limitando a segurança ser patrimonial, e a alimentação balanceada, uma vez que só é servido ovo com almôndegas todos os dias, além de alguns casos de assédio moral.

Em N. Sra da Glória, os servidores reclamaram as condições precárias do Estar, local de descanso, uma vez que existem camas sem colchões, prejudicando a restauração do descanso deles.





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Servidores da Saúde de Aracaju encerram greve, mas não descartam outra

18/09 18:27

Após uma assembleia no calçadão da João Pessoa, no centro de Aracaju, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Sergipe (Sintasa) juntamente com dezenas de servidores da Saúde da capital decidiram encerrar a greve, que começou no dia 11 de setembro, e retornar às atividades nesta sexta-feira (19) para atender a liminar do Tribunal de Justiça de Sergipe, que considerou a greve ilegal. Contudo, o sindicato esclarecerá com documentos na justiça que agiu legalmente na decisão da greve, uma vez que a Prefeitura de Aracaju não atendeu as demandas da categoria, sobretudo, quando não concedeu o reajuste de 6,5% para a categoria, assim como receberam os demais servidores públicos do município, como a classe médica, por exemplo.

A liminar relata que já existe um canal aberto de negociação entre os servidores e a gestão municipal, mas é preciso deixar claro que as reivindicações dos servidores são antigas. O presidente do Sintasa, Augusto Couto, ressalta que no ano passado praticamente não houve uma mesa de negociação, e este ano só houve um esboço de diálogo que ficou na promessa, mas que não ficou documentado com datas o cumprimento das nossas demandas”, explica Augusto.

O Sintasa está munido de documentos que mostram a extensa espera da categoria para tentar uma negociação e que alertas foram feitos informando que os servidores deflagrariam uma greve. No dia 2 de setembro, o Sintasa encaminhou ofícios na Prefeitura de Aracaju (PMA) e na Secretaria Municipal de Saúde (SMS) detalhando que a categoria entraria em estado de greve, ou seja, a qualquer momento poderia deflagrar uma greve, e no dia 5 de setembro durante uma assembleia geral houve o indicativo de greve para o dia 11, entregando o protocolo do aviso no dia 8 de setembro na PMA e na SMS.

“Como temos que atender a liminar na justiça, vamos esperar para que realmente exista uma negociação sincera da prefeitura e que oficialize as promessas feitas aos servidores. Caso não haja um consenso, vamos entrar em greve novamente”, alerta o presidente do Sintasa.

O certo é que no dia 3 de outubro a categoria fará uma paralisação de 24 horas nas unidades de Saúde e um ato, às 8 horas, no Calçadão da João Pessoa para pressionar a PMA para que resolva o impasse dos servidores.


Algumas demandas
A principal luta dos servidores é para que haja o reajuste de 6,5% no salário, uma vez que foi concedido aos outros servidores públicos. Outro ponto é a incorporação das gratificações, que segundo os próprios servidores, foi incorporado em alguns e em outros não.

A categoria quer também uma reavaliação dos graus da insalubridade em todas as unidades de Saúde. Neste ponto, a SMS oficializou que em 90 dias teria uma resposta dessa avaliação. Por fim, os servidores querem uma reunião para discutir o pagamento do Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). A ideia é que seja o pagamento igual por valor e não por porcentagem.

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Sintasa promove mais atos durante a greve dos servidores de Aracaju

16/09 13:16

O quinto dia de greve dos servidores da Saúde de Aracaju, realizado nesta segunda-feira (15), foi marcado por uma manifestação na frente da Prefeitura de Aracaju, localizada no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos. Após o ato, os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores da Área da Saúde (Sintasa) se reuniu com representantes da Prefeitura de Aracaju para receber esclarecimento em relação às demandas da categoria, mas não recebeu o documento com as datas para cumprimento das promessas.

Diante disso, a continua com a greve nas unidades de saúde da capital e na próxima quinta-feira (18), às 8 horas, haverá uma caminhada no calçadão da João Pessoa em direção a Assembleia Legislativa a fim de chamar a atenção dos deputados estaduais para tentar um aliado diante do diálogo com a gestão pública municipal.

“O importante é que apesar de não termos conseguido ter atendidas as nossas demandas, o movimento está crescendo, está organizado, com todo o respeito, sem baderna, todo mundo consciente do que está fazendo e o que queremos são as datas específicas para cada solução dos problemas apontados”, explicou o presidente do Sintasa, Augusto Couto.

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Servidores da Saúde começam greve em Aracaju

11/09 18:34

O primeiro dia de greve dos servidores da Saúde de Aracaju, que começou nesta quinta-feira (11), com a liderança do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), foi marcado pelos obstáculos impostos pela Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) para realização da manifestação na frente da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Agentes de Trânsito bloquearam o acesso que dá a secretaria para os veículos, impedindo assim da colocação do carro de som pelo sindicato.

“Temos que repudiar este ato por parte do prefeito de Aracaju porque nós não somos marginais. Nunca na nossa história de luta sindical fizemos vandalismo. E se parar para visualizar nós temos aqui, no máximo seis homens, e quase cem mulheres. Então, é uma afronta as servidoras que estão fazendo este ato pacificamente”, disse o presidente do Sintasa, Augusto Couto, sendo observado por policiais do Grupamento Tático Operacional (GTO), que ficaram instalados na frente da SMS.

A razão da greve dos servidores é a falta de uma formalização escrita do cumprimento das promessas em relação às demandas dos trabalhadores, como o reajuste correto das gratificações, uma vez que estes servidores da Saúde não foram contemplados com o reajuste de 6,5% concedido pela prefeitura aos servidores públicos. No final da tarde de quarta-feira, o Sintasa recebeu um ofício da PMA, através da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPLOG), informando alguns dados, mas não apresentando datas para atender a demanda. A exceção foi em relação a insalubridade, que, segundo o documento, existe uma comissão para avaliar e no prazo de 90 dias haveria uma resposta.

“Eles assinaram um documento, mas sem colocar data informando, por exemplo, o dia que iria colocar a incorporação das gratificações da categoria. Somente em relação à insalubridade tem prazo, mas as demais demandas não. Então não adiantou nada. Ficou tudo muito solto. Houve a informação da parte deles que já haviam incorporado as gratificações de algumas áreas, mas temos aqui contracheques mostrando que não foi pago. Queremos de volta o que é direito do trabalhador”, explicou o presidente Augusto Couto.

A greve dos servidores entrará no segundo dia nesta sexta-feira, mas segunda-feira (15) às 7 horas, haverá uma manifestação na frente da Prefeitura de Aracaju, localizado no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos.



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Servidores da FHS farão greve no interior em outubro

11/09 13:14

Visitas foram realizadas nas Regionais Estância, Itabaiana e Lagarto nessa quarta-feira

A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Área da Saúde de Sergipe (Sintasa) visitou os hospitais regionais de Estância, Itabaiana e Lagarto nessa quarta-feira, e após assembleias setoriais, os servidores decidiram começar uma greve no dia 1º de outubro por conta do descaso do superintendente da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), Luis Hamilton Santana, com as demandas do sindicato. O gestor há 90 dias não acena com a possibilidade de diálogo.

A categoria quer apenas que a FHS cumpra com o que foi negociado, nada além disso, como a incorporação de gratificações ao salário base de 50%, correspondente a 25% que era para ser implantado em setembro do ano passado e mais 25% em setembro deste ano. “Os servidores não receberam este mês nenhuma incorporação como era o negociado. Ou seja, se não pagaram há um ano a incorporação de 25%, queremos ver se vão pagar mais 25% que deveria entrar na folha salarial deste mês”, relata o presidente do Sintasa, Augusto Couto.

Outro agravante é a falta do cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre a FHS e o Ministério Público Estadual (MPE), que diz que deve ser feito um processo seletivo, e assim, os aprovados iriam trabalhar no interior do estado, e os servidores do interior poderiam ser remanejados para trabalhar na capital. “Mas o que existe é um apadrinhamento político. A fundação tem que priorizar os servidores mais antigos”, diz Couto, acrescentando que a revolta é que alguns servidores do interior fazem hora-extra no Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE), quando solicitados eventualmente, mas para serem efetivados, a gestão diz que não pode.

Alimentação
A alimentação inadequada é outro problema enfrentado pelos trabalhadores da fundação no interior do estado. No Hospital Regional Dr. Pedro Garcia Moreno Filho, em Itabaiana, por exemplo, os servidores reclamam que todo dia só tem ovo. Já no Hospital Regional Dr. Jessé Fontes, em Estância, só é servido arroz com almôndegas.

Algumas questões são percebidas, a exemplo do que acontece no Hospital Regional Monsenhor João Batista de Carvalho Daltro (HRL), onde muitos servidores sofrem perseguição dos administradores. E há também transferências de setor, de acordo com o apadrinhamento político.

Em Itabaiana, também existe perseguição. No Dia da Enfermagem não foi dado folga. Foi lá, que o Sintasa colheu um abaixo-assinado relatando o problema, mas que até agora o sindicato não obteve resposta. E outro fator é que a negociação com a fundação foi que para a redução das 12 horas mensal seria da retirada de um dia de plantão do servidor e não de um dia aleatório escolhido pelo gestor. Outra dificuldade, é que o Estar só conta com cinco salas, das quais três para os médicos e duas para a enfermagem (um para as mulheres e outra para os homens). Esta tem um ar-condicionado, mas funciona com a janela aberta, e aquela outra sala tem dois aparelhos, mas que não funcionam.

Em Estância, foi constatado na visita dessa quarta-feira que não havia material para se fazer curativos. A limpeza foi feita com soro e mais nada. Os servidores também reclamam do tratamento que é dado pelo gestor Evilásio, considerado um ditador e avesso à conversa com os servidores.

Ar-condicionado no Estar dos homens funciona, mas existe uma janela aberta de onde sai todo o ar, em Itabaiana
No Estar feminino, existem dois ar-condicionados, mas estão quebrados

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Protocolos sobre a greve de quinta-feira

08/09 13:15




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Servidores da Saúde de Aracaju decretam greve

05/09 20:00

Após uma assembleia entre a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Sergipe (Sintasa) e os servidores da Saúde de Aracaju, nesta sexta-feira (5) à tarde, na sede do sindicato, a categoria decretou que a partir de quinta-feira (11), deflagrará greve por tempo indeterminado, na frente da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A razão é a falta de uma formalização escrita do cumprimento das promessas em relação às demandas dos trabalhadores, como o reajuste correto das gratificações.

Na sexta-feira pela manhã, houve uma reunião do sindicato com o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog), Igor Albuquerque. Na ocasião, foi entregue pelo secretário o projeto de lei mostrando que os servidores da Saúde não foram contemplados com o reajuste de 6,5%, mas com a incorporação de parcelas ao vencimento base, aumentando assim o vencimento, e por tabela, incidindo na previdência. Contudo, o Sintasa denunciou que quando a prefeitura incorporou as gratificações, os valores não foram calculados corretamente para todos. Em contrapartida, o secretário reconheceu o equívoco e garantiu que a correção aconteceria em outubro.

Por conta de os trabalhadores da Saúde não receberem o reajuste de 6,5%, o Sintasa reivindica que seja decretada área de risco em todas as unidades de Saúde. “Entendemos que as incorporações foram um ganho futuro aos trabalhadores, mas de acordo com as perdas inflacionárias de muitos anos, precisamos de uma compensação. O ideal seria ser contemplado com o reajuste, mas como a lei já está em vigor, estamos tentando outros caminhos para repor esta perda”, explica o diretor do Sintasa, João Wadson.

PMAQ
Outro ponto que os servidores querem é uma garantia escrita sobre a insalubridade. A categoria defende que haja uma reavaliação dos graus em todas as unidades de Saúde, juntamente com o médico do trabalho. Por outro lado, o secretário prometeu que a reunião seria em outubro com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).

Por fim, os servidores querem uma reunião para discutir o pagamento do Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) que seja está proporcional. A ideia é que seja o pagamento igual por valor e não por porcentagem.

Para que não haja greve na quinta-feira, é preciso que a Seplog defina as datas por escrito do cumprimento de todas as demandas.
 

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Sintasa realiza rodadas de esclarecimentos sobre o PCCV

04/09 02:21

Depois da rodada de esclarecimento realizado no Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE), semana passada, o Sindicato dos Trabalhadores da Área da Saúde de Sergipe (Sintasa) realizará mais seis reuniões para dirimir as dúvidas dos servidores estatutários em relação ao Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV). Ontem, os diretores do sindicato fizeram uma panfletagem no HUSE para divulgar as datas. Nesta sexta-feira, por exemplo, haverá duas reuniões no HUSE, a primeira das 11h às 13horas, e a segunda das 17h às 19horas.

Seguindo a programação, no dia 9 de setembro, o departamento jurídico do sindicato estará na Fundação Parreiras Horta, das 9h às 11horas. No mesmo dia, haverá também reunião no Cemar Siqueira Campos, das 14h às 16 horas. E à noite, das 19h às 21horas, haverá outro esclarecimento no HUSE. No dia 10 de setembro, será a vez da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, das 9h às 11horas.

 

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Veja a matéria do Sintasa no NE Notícias:

02/09 20:55


>> Veja a matéria do Sintasa no NE Notícias:


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Convocação de Assembleia

02/09 10:10


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Servidores da Saúde de Aracaju podem decretar greve a partir de segunda

02/09 09:55
Ofícios protocados na Secretaria Municipal de Saúde e na Prefeitura de Aracaju nesta terça-feira

Apesar do anúncio de algumas medidas na Saúde pela Prefeitura de Aracaju, o secretário de Saúde, Luciano Paz, ainda não cumpriu com a promessa feita ao Sindicato dos Trabalhares da Saúde de Sergipe (Sintasa) de que resolveria as reclamações da categoria relatadas na última reunião. A falta do reajuste de 6,5% no contracheque e também da incorporação de gratificações de alguns servidores são os principais pontos requeridos. Com isso, conforme combinado na última assembleia da categoria, a prefeitura tem o prazo até quinta-feira (4) para resolver as pendências, caso contrário o Sintasa e os servidores da Saúde do Município da capital decretarão greve por tempo indeterminado.

Os outros pontos reivindicados são reavaliação da insalubridade, junto a Secretaria de Planejamento, avaliação da segurança nas unidades de Saúde, pagamento do Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), reavaliação dos inter-níveis.

A decisão deverá ser anunciada na próxima sexta-feira (5), quando a categoria fará uma assembleia geral na sede do Sintasa, às 14 horas. Se confirmada a greve, irá começar na segunda-feira, dia 8.

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