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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Agentes de São Cristóvão entram no terceiro dia de greve com uma manifestação


Os agentes comunitários de saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE) de São Cristóvão realizaram nesta sexta-feira (31), terceiro dia de greve, uma manifestação e uma panfletagem na frente da entrada da Universidade Federal de Sergipe (UFS), esclarecendo a sociedade o motivo da greve, que é a cobrança por parte da prefeitura municipal do pagamento do piso nacional de R$ 1.014, conforme Lei Federal desde junto deste ano, mas que atualmente paga somente R$ 750,00.

“Nós nos reunimos na quarta-feira com o secretário municipal de Saúde, que afirmou que o pagamento do piso seria feito a partir de janeiro do próximo ano, juntamente com o retroativo, mas em contrapartida ressaltamos que queríamos que essa declaração fosse formal através de um documento”, explicou Augusto Couto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa).

Com a continuidade da greve, muitos serviços estão parados como as visitas domiciliares nas quais os ACS e ACE fazem o acolhimento das informações dos moradores, além da organização dos cartões das gestantes, a verificação das larvas dos mosquitos nas casas, por exemplo. “O próprio gestor reconheceu a preocupação que o campo está desassistido, mas a culpa não é dos agentes, mas da prefeitura de São Cristóvão”, ressalta o presidente, ratificando que existe uma verba federal específica para pagamento dos agentes.



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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Sintasa quer esclarecimento da PMA sobre descontos em contracheques


O Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) recebeu nesta sexta-feira (31) muitas denúncias de servidores públicos do município de Aracaju, apresentando nos seus contracheques descontos desconhecidos. Por conta disso, a diretoria do sindicato irá procurar a gestão municipal na próxima segunda-feira (3) para que dê explicações aos servidores, uma vez que não existiu nenhuma padronização de porcentagem de descontos nos contracheques.

“Nós iríamos buscar esclarecimentos nesta sexta-feira, mas como hoje é ponto facultativo dos servidores municipais, agendamos para segunda irmos atrás da gestão municipal”, explicou Augusto Couto, presidente do Sintasa. “Em outras reuniões, acatamos a solicitação do secretário de Saúde, Luciano Paz, para não entrarmos em greve, para fazer uma negociação pacífica, mas agora fomos surpreendidos com o corte no ponto dos servidores”, lamentou o presidente do Sintasa.

Reivindicações
Não é de agora que os servidores de Aracaju estão em desarmonia com a prefeitura, visto que a categoria já listou outras demandas à Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Nessa quinta-feira (30), na assembleia geral com a categoria realizada na sede do Sintasa, ficou acertado que os servidores iriam aguardar a reunião com o secretário de Saúde, Luciano Paz, que acontecerá na quarta-feira pela manhã (5). À tarde, haverá outra assembleia geral para apresentar o que ficou resolvido na reunião com o secretário.
A principal luta dos servidores é para que haja o reajuste de 6,5% no salário, uma vez que foi concedido aos outros servidores públicos. Outro ponto é a incorporação das gratificações, que segundo os próprios servidores, foi incorporado em alguns e em outros não.

A categoria quer também uma reavaliação dos graus da insalubridade em todas as unidades de Saúde. Neste ponto, a SMS oficializou que em 90 dias teria uma resposta dessa avaliação. Por fim, os servidores querem uma reunião para discutir o pagamento do Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). A ideia é que seja o pagamento igual por valor e não por porcentagem.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Servidores da Rede Estadual de Saúde farão paralisação na terça-feira


Servidores representados por oito sindicatos da Saúde irão fazer uma paralisação de 24 horas na próxima terça-feira (4) por conta do anúncio do governo do Estado de que irá fazer o pagamento atrasado e fracionado aos servidores estadual. A decisão
dos trabalhadores foi tomada na manhã desta quinta-feira (30) durante a reunião de uma comissão de sindicatos, realizada na sede do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (Seese).

No dia da paralisação, haverá uma assembleia com a comissão dos sindicatos da Saúde, às 7 horas, na sede do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), para definir se a paralisação será ou não estendida até o dia do pagamento final de todos os servidores do Estado, que segundo a nota emitida pelo governo, seria até o dia 11 de novembro.

Na avaliação do presidente do Sintasa, Augusto Couto, a medida da paralisação serve para pressionar o governo do Estado para que esse erro não ocorra nos próximos meses. “O governo deveria ter uma posição mais coerente, fazendo um empréstimo ao Banese e se responsabilizando com o pagamento dos juros, e não o contrário, já que agora serão os servidores que terão que pagar juros ou das contas em atraso ou de algum empréstimo para quitar as dívidas”, disse Couto, que comanda uma categoria estimada em 6 mil trabalhadores na Rede Estadual, e que participoi da reunião com o dirigente do Sintasa, Marcos Antônio.

Outros sindicatos

O presidente do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), João Augusto Alves, bate na mesma tecla de Augusto Couto. “É preciso darmos uma resposta ao governador. Se o trabalhador receber uma nota dessa de atraso formal do salário e ficar quieto, o governador poderá não se preocupar nas folhas seguintes”, disse o presidente, informando que em torno de 700 médicos serão afetados. “Se isso voltar a acontecer, já iremos deliberar automaticamente que os serviços fiquem parados até a regularização”.

“Marcamos esta reunião ontem à noite (29), assim que soubemos sobre o atraso no pagamento dos servidores. O que nos tomou de sobressalto foi a forma que o governo fez a notificação, inclusive, de forma pejorativa, para que o servidor dê ‘seu jeitinho’ para pagar as contas até o pagamento do salário. Não é assim que deve ser a postura do governo para com os trabalhadores”, reclama Shirley Morales, presidente do Seese, categoria que será afetada com mais de 500 enfermeiros.

Além do Sintasa, Seese e Sindimed, fizeram parte da reunião representantes do Sindicato dos Cirurgiões Dentistas de Sergipe (Sinodonto), Sindicato dos Psicólogos de Sergipe (Sinpsi), Sindicato dos Trabalhadores Fisioterapeutas de Aracaju (Sintrafa), Sindicato dos Assistentes Sociais de Sergipe (Sindasse) e do Sindicato de Nutricionistas e Técnicos em Nutrição do Estado de Sergipe (Sindinutrise).


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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Sintasa quer suspensão do desconto automático do Banese Card


Em virtude de nota emitida pelo Governo do Estado informando que o pagamento aos servidores do estado será fracionado, o Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) protocolou nesta quinta-feira (30) um ofício no Banese Card solicitando uma providência administrativa junto ao cartão de crédito do banco para não efetuar o desconto automático nas contas dos trabalhadores nesta sexta-feira (31).

De acordo com o presidente do Sintasa, Augusto Couto, a medida seria justa, uma vez que haverá limitação no recebimento e somente será depositado até R$ 1.500,00 de cada trabalhador, causando assim um caos e um grande descontentamento. “A preocupação reflete-se de forma direta à sobrevivência de cada um dos trabalhadores que poderão deixar de honrar os seus compromissos basilares, em especial, a alimentação e a compra de seus medicamentos. É imperioso que o Banese Card encontre uma forma de minorar esta questão e junto ao Governo encontre uma solução possível suspendendo neste momento a situação automática”, disse Couto.

O Sintasa, através de ofícios, solicitou uma reunião para serem concedidas explicações por parte da Secretária de Estado da Casa Civil e da Secretária de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, sobre esse descompasso financeiro e sua influência na implantação do nosso Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV).

>> Veja os ofícios em tamanho ampliado AQUI


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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Agentes de Saúde e de combate às endemias começam greve em São Cristóvão


Começou nesta quarta-feira (29) o primeiro dia de greve dos agentes comunitários de Saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE) de São Cristóvão. O Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) organizou a concentração dos servidores no calçadão principal na sede do município e realizou um café da manhã. Os agentes reivindicam o pagamento do piso nacional de R$ 1.014, conforme Lei Federal, mas atualmente estão recebendo R$ 750,00.

De acordo com o presidente do Sintasa, Augusto Couto, a deflagração da greve foi necessária porque o sindicato tentou de todas as maneiras uma reunião com a prefeita Rivanda Batalha, mas não obteve êxito. “Estamos em greve por tempo indeterminado, até que haja uma negociação com a gestão municipal, até lá ficaremos parados, como ficou acordado na última assembleia da categoria, na semana passada. Estamos aqui passando para a população o que está acontecendo em São Cristóvão na área da Saúde”, disse o presidente, que aguarda um documento marcando uma reunião somente com o Sintasa, sem o envolvimento de outro sindicato.

O líder sindical ressalta que a prefeita não pode achar que é dona no município e fazer com o dinheiro público o que bem entender. “O dinheiro é do Governo Federal e vem diretamente para o repasse dos agentes comunitários e de combates às endemias. Basta apenas o gestor pegar o recurso e locar para pagar os servidores. Aqui não implica no limite prudencial, da Lei de Responsabilidade Fiscal, porque já é uma verba diferenciada”, salienta Augusto Couto.

Na próxima sexta-feira (31), a direção do Sintasa irá realizar uma panfletagem na frente da Universidade Federal de Sergipe (UFS), a partir das 7 horas. No final do ato, irá realizar uma assembleia com a categoria para fazer uma avaliação da greve.





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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

II Bingo do Sintasa acontecerá em dezembro


O Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) irá realizar o II Bingo do Sintasa no dia 6 de dezembro, a partir das 10 horas, no Gonzagão. A ideia é fazer a confraternização de fim de ano de todos os filiados que contarão ainda com 10 prêmios e show musical.

Os interessados poderão se dirigir até a sede do sindicato, munido do contracheque, para receber sua cartela para participar do Bingo. Os prêmios são: microondas, rádio, ventilador, liquidificador, ferro elétrico, secador, prancha de cabelo, cafeteira, sanduicheira e espremedor de laranha.

“Será um dia de lazer que, certamente, nossos filiados irão gostar. Fizemos no ano passado e foi um sucesso. Por isso, estamos repetindo este ano. O Sintasa não serva apenas para fazer manifestações, mas também proporcionar momentos de confraternização como esse entre os filiados”, disse o presidente do Sintasa, Augusto Couto.


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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Agentes de São Cristóvão entrarão em greve quarta-feira


Os agentes comunitários de Saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE) de São Cristóvão decidiram, durante a assembleia das duas categorias nesta sexta-feira pela manhã, deflagrar uma greve na próxima quarta-feira (29) por tempo indeterminado. A razão é o não cumprimento do pagamento por parte da Prefeitura de São Cristóvão do piso nacional, conforme a Lei Federal 12.994/2014, visto que no município o salário base é de R$ 750,00 contra R$ 1.014,00 do nacional.

“Fizemos uma paralisação na última quinta-feira para sensibilizar a gestão municipal, mas mesmo assim não adiantou. Tentamos, mas não conseguimos. Não recebemos nenhuma contraproposta. Por isso, estamos fazendo uma greve por tempo indeterminado. Queremos o pagamento do piso nacional tanto para os agentes de saúde como para o agentes de endemias”, disse Augusto Couto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa).

As duas categorias querem ainda fardamento para o trabalho, protetor solar e melhores condições de trabalho. O aquartelamento será no calçadão da sede do município a partir das 7 horas desta quarta-feira.



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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Agentes comunitários e de combates às endemias param atividades em São Cristóvão


Cerca de 80 agentes comunitários de Saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE) de São Cristóvão fizeram uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (23) e uma mobilização pela manhã de duas horas, na Unidade de Saúde do Eduardo Gomes. O ato, liderado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), serviu para demonstrar a insatisfação das categorias que buscam receber o piso nacional, conforme a Lei Federal 12.994/2014, visto que no município o salário base é de R$ 750,00 contra R$ 1.014,00 do piso nacional.

De acordo com o presidente do Sintasa, Augusto Couto, há dois meses o sindicato aguardou uma resposta da prefeitura de São Cristóvão, Rivanda Batalha, em relação as reivindicações das categorias, mas nenhuma posição foi tomada, por conta disso, os agentes tiveram que chegar ao ponto de realizar uma paralisação para chamar atenção da gestão. “O sindicato fez o papel dele de tentar conversar com a gestão, mas não conseguiu. A prefeitura simplesmente ignorou o sindicato e não resolveu nada”, disse o líder sindical, acrescentando que os agentes precisam ainda de fardamento para o trabalho, protetor solar e melhores condições de trabalho.

Augusto Couto destacou ainda que a prefeitura precisa sentir a situação que os agentes estão vivendo. “Existem servidores que estão sendo humilhados pelos coordenadores. Qualquer um que reivindica algo, como equipamentos de segurança individual (Epi) ou melhores nas suas unidades, ele é humilhado pelas coordenações. Mas o Sintasa repudia este tipo de ato e a gestão tem sempre que escutar o servidor”, ressalta o presidente do Sintasa.

No final da mobilização, os servidores fizeram um grande círculo e rezaram pelo corpo de José Souza, ex-presidente do Sindicato dos Bancários, que faleceu esta semana. “Fizemos esta homenagem ao nosso irmão e companheiro José Souza, que fez parte da história do Sintasa porque foi um dos que preparou a direção do sindicato em capacitação sindical”, disse Augusto Couto.

Nesta sexta-feira (24), às 8 horas, haverá uma assembleia no mesmo local da realizada no dia 16 de outubro, na Avenida Lourival Batista, 691, na frente da Pousada Lua da Bica, no Eduardo Gomes, para avaliar a paralisação e discutir a possibilidade de indicativo de greve.





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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Convocação para paralisação em São Critóvão



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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Clipagem da matéria de São Cristóvão

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ofícios encaminhados aos órgãos de São Cristóvão

 Veja os ofícios em tamanho maior AQUI



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