Os servidores municipais da saúde de Itabaiana, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), paralisaram suas atividades por 24 horas nesta quinta-feira, 3 de julho, e realizaram um ato público em frente à Secretaria Municipal de Saúde. A mobilização teve como objetivo cobrar avanços em pautas consideradas urgentes pela categoria.
Entre as principais reivindicações estão a criação do piso salarial para os Auxiliares de Saúde Bucal (ASBs), a regularização da jornada de trabalho para 30 horas semanais, retorno da gratificação cortada na gestão atual e a garantia do direito à folga semanal para os profissionais da saúde.
Durante o ato, representantes do Sintasa foram recebidos pela nova secretária de Saúde do município, acompanhada por sua equipe técnica, além do procurador-geral e do subprocurador do município. Segundo o presidente do sindicato, Janderson Alves, o diálogo foi considerado positivo.
“Colocamos todas as pautas na mesa. Algumas já estavam em andamento, conforme o planejamento da nova secretária, que inclusive parabenizamos pela postura de diálogo. Houve sensibilidade por parte da gestão em relação às demandas, como as 30 horas, o retorno da gratificação dos trabalhadores do PSF, o reajuste linear conforme a inflação, e a revisão do plano de carreira (PCCV)”, afirmou Janderson.
Após as conversas com os gestores, o Sintasa voltou a dialogar com os trabalhadores e, em consenso, ficou definido que a Prefeitura dará um retorno oficial às reivindicações em uma nova reunião marcada para o dia 31 de julho, às 13h, na sede da secretaria. Em seguida, às 14h, os trabalhadores participarão de uma assembleia geral extraordinária no mesmo local para avaliar a resposta do município.
O presidente do Sintasa agradeceu o engajamento da categoria e reforçou a expectativa de que as reivindicações sejam atendidas. “Acreditamos que a resposta da gestão será positiva, principalmente no tocante ao retorno imediato da gratificação, da folga semanal e do reajuste dos servidores. Seguimos firmes na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores da saúde”, concluiu.







