A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) participou da oficina do “Pacto pela Vida do Trabalhador e da Trabalhadora”, nesta quinta-feira, 20, na Fundação Estadual de Saúde (Funesa). Na iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Sergipe (SRTE/SE), a entidade defendeu o fortalecimento das políticas de prevenção de acidentes, adoecimentos e mortes relacionados ao trabalho.
A atividade reuniu representantes de diferentes instituições e setores ligados à saúde do trabalhador para debater experiências e construir propostas voltadas à vigilância e à prevenção dos óbitos decorrentes das condições laborais.
Durante a oficina, o presidente do Sintasa, Janderson Alves, ressaltou que os trabalhadores e suas entidades representativas devem participar ativamente da elaboração das políticas públicas relacionadas à saúde e à segurança no ambiente de trabalho. Para ele, é indispensável que os debates sejam transformados em medidas efetivas, capazes de garantir melhores condições de trabalho, mais segurança e qualidade de vida aos profissionais.
“Não podemos aceitar que acidentes, adoecimentos e mortes relacionados ao trabalho sejam tratados como algo normal. Precisamos fortalecer a prevenção, a fiscalização e, principalmente, ouvir quem está diariamente nos ambientes de trabalho. O trabalhador precisa ser protagonista na construção das políticas que dizem respeito à sua própria vida e segurança”, afirmou Janderson.
Também participaram da atividade os diretores do Sintasa Maria de Lourdes, Maria Auxiliadora, Sandra Suzy, Karla Rejane, José Augusto e Marcos Antônio, além de delegados de base e colaboradores da entidade.
O Sintasa reforça que cuidar de quem cuida da população deve ser uma prioridade, especialmente no setor da saúde. Os profissionais da área estão diariamente expostos a riscos biológicos, físicos, químicos, ergonômicos e psicossociais, além de enfrentarem sobrecarga e, em muitos casos, condições inadequadas de trabalho.
“A proteção da vida dos trabalhadores exige políticas permanentes de prevenção, fiscalização efetiva, diálogo com as categorias e investimentos que assegurem ambientes laborais dignos, seguros e saudáveis”, conclui Janderson.







