Sintasa participa de audiência no MPT e reforça importância da diversidade nas relações de trabalho

O Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) participou, nesta quinta-feira, 8, da audiência coletiva “Sindicalismo e Diversidade”, promovida pelo Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE), em Aracaju. A iniciativa reuniu representantes do movimento sindical para discutir estratégias de promoção da igualdade e o papel das negociações coletivas na garantia de direitos e no combate às desigualdades no ambiente de trabalho.
Realizado no auditório do MPT-SE, o encontro abordou temas como a inclusão de cláusulas protetivas e inclusivas nos instrumentos coletivos, igualdade salarial entre homens e mulheres e o enfrentamento ao assédio e à violência nas relações de trabalho.

O Sintasa esteve representado por dirigentes, colaboradores e integrantes das assessorias jurídica e contábil da entidade. Para o presidente do sindicato, Janderson Alves, a participação em atividades como essa contribui para atualizar e fortalecer a atuação sindical em defesa dos trabalhadores.

“Foi um momento ímpar de aprendizado. Quero parabenizar o Ministério Público do Trabalho e, em especial, o procurador Dr. Ricardo Carneiro, que conduziu a palestra. Foi uma manhã muito enriquecedora para o movimento sindical e para o Sintasa”, afirmou Janderson.

Segundo o presidente, a atualização permanente dos representantes sindicais também permite ampliar o acesso dos trabalhadores a informações sobre direitos e fortalecer a atuação da entidade nas negociações e reivindicações.

“Precisamos estar nos atualizando em todos os aspectos para que possamos levar mais informação ao trabalhador e, ao mesmo tempo, fortalecer nossas reivindicações. Muitos trabalhadores ainda desconhecem uma série de direitos, e o sindicato precisa estar preparado para orientá-los e representá-los cada vez melhor”, destacou.

O advogado do Sintasa, Adalicio Morbeck, ressaltou que os instrumentos coletivos podem desempenhar papel relevante na promoção da inclusão social e na construção de relações de trabalho mais igualitárias. “Eventos como esse são verdadeiras aulas que nos convidam ao estudo e à reflexão sobre como utilizar as normas coletivas para buscar maior igualdade e contemplar diferentes pautas existentes na sociedade”, explicou.

A audiência discutiu justamente a utilização da negociação coletiva como ferramenta para ampliar garantias aos trabalhadores, incorporando às convenções e acordos coletivos mecanismos de proteção contra discriminação, assédio e violência, além de medidas voltadas à igualdade e à inclusão.

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