Proposta de R$ 100 é rejeitada e servidores cobram valorização em Nossa Senhora do Socorro

A falta de valorização dos trabalhadores da saúde voltou ao centro do debate em Nossa Senhora do Socorro. Durante reunião da mesa de negociação realizada na manhã desta terça-feira, 28, na sede da prefeitura, entidades sindicais rejeitaram, de forma unânime, a proposta apresentada pela gestão municipal, que prevê apenas R$ 100 de auxílio financeiro, sem qualquer reajuste salarial.

O Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) esteve presente na reunião, representado pelas diretoras Sandra Suzy e Maria Auxiliadora. Segundo a entidade, a proposta não atende às demandas da categoria e evidencia a ausência de planejamento por parte da administração municipal.

De acordo com o presidente do Sintasa, Janderson Alves, a oferta apresentada pela gestão foi considerada insuficiente diante das perdas acumuladas pelos trabalhadores. “Não se trata de reajuste, mas de um valor simbólico que não resolve a realidade dos servidores. É uma demonstração clara de falta de planejamento e de desrespeito com os trabalhadores de Nossa Senhora do Socorro”, afirmou.

Após o impasse, ficou definida uma nova rodada de negociação para o dia 7 de maio, às 14h, na sede da Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro. A expectativa das entidades sindicais é que a gestão apresente uma contraproposta mais consistente, capaz de dialogar com as necessidades da categoria.

Ainda segundo o Sintasa, não está descartada a possibilidade de movimento paredista. A decisão dependerá da evolução das negociações, especialmente diante do cenário de estagnação registrado no ano passado, quando não houve avanços significativos para os servidores.

A mobilização das entidades reforça o clima de insatisfação entre os trabalhadores, que cobram não apenas recomposição salarial, mas também reconhecimento e condições dignas de trabalho no município.

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