Sintasa cobra providências sobre denúncias de possível assédio moral e más condições de trabalho no Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro

Após receber diversas denúncias de possível perseguições, assédio moral e condições de trabalho desfavoráveis no Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro, o Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde de Sergipe (Sintasa) realizou, nesta quinta-feira, 16, uma assembleia com os profissionais da unidade. 

Durante o encontro, os trabalhadores decidiram, por unanimidade, conceder um prazo de cinco dias úteis para que a direção do hospital agende uma reunião ampliada com representantes da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), da Secretaria de Estado da Saúde (SES), do Sintasa e dos próprios servidores.

De acordo com o presidente do Sintasa, Janderson Alves, a decisão tem como objetivo abrir o diálogo e buscar soluções imediatas para os problemas relatados. “Queremos que os trabalhadores sejam bem tratados, valorizados, e que não aconteçam mais situações de possível assédio ou desrespeito. As reclamações são gerais em relação à superintendência do hospital”, afirmou.

O sindicato informou que o pedido de reunião já foi protocolado oficialmente junto à gestão da unidade. Caso o encontro não seja agendado dentro do prazo estipulado, os servidores farão uma mobilização de duas horas na porta do hospital no próximo dia 30 de outubro, com indicativo de uma paralisação maior, a ser definida em nova assembleia.

Janderson Alves destacou que o Sintasa não aceitará que os trabalhadores continuem sendo submetidos a situações de constrangimento e desvalorização, caso seja confirmado após apurações. “As denúncias são sérias e precisam de uma resposta rápida por parte da gestão. O sindicato está vigilante e pronto para agir em defesa da categoria”, concluiu.

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